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Contas Regionais do Brasil
Contas Regionais do Brasil são uma publicação do IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e a Superintendência da Zona Franca de Manaus – SUFRAMA, que reúne informações sobre a evolução do Produto Interno Bruto - PIB de cada unidade da federação, calculado a partir de estatísticas sobre o valor anual da produção, consumo intermediário e valor adicionado de cada atividade econômica, de acordo com a metodologia também utilizada para o cálculo das Contas Nacionais. O Sistema de Contas Regionais permite estimar o valor adicionado anual, por atividade, expresso em valor corrente e constante, o PIB avaliado ao preço de mercado de cada unidade da federação, e o PIB per capita em cada uma dessas áreas geográficas. O conjunto desses indicadores possibilita às empresas, governos e estudiosos efetuar análises sobre a capacidade competitiva das economias estaduais e a composição setorial e regional do Produto Interno Bruto do Brasil.

COPOM
Comitê de Política Monetária

CUB Médio Brasil
Corresponde a uma média ponderada dos CUBs estaduais coletados pelos vários Sinduscons Estaduais associados à CBIC. As ponderações relativas dos estados que compõem a amostra atual, formada por vinte e um estados foram determinadas pela conjugação dos dados estatísticos do IBGE sobre licenças "habite-se" no ano de 1987, dados de população residente das respectivas capitais no ano-base de 1991, bem como outras informações complementares fornecidas pelas Secretarias Municipais de Obras e outros órgãos oficiais dos municípios considerados. O CUB Médio Brasil foi criado com a intenção de permitir a comparação dos indicadores de custo setorial elaborados pelos Sinduscons com outros indicadores de custo nacional de obras de edificação, como o INCC/FGV e o SINAPI/IBGE. Com o objetivo de permitir comparações entre as diversas regiões, foram também elaborados os CUBs REGIONAIS.

CUB/m²
O Custo Unitário Básico constitui um parâmetro para o cálculo do metro quadrado de construção de uma obra de edificação. Este indicador é calculado e divulgado pelos Sinduscons de acordo com a Lei Federal nº 4.591/64 e com a Norma Técnica NBR 12.721:2006, da Associação Brasileira de Normas Técnicas. A metodologia do CUB leva em conta os lotes básicos de materiais de construção, equipamentos, despesas administrativas e mão-de-obra com os seus respectivos pesos constantes na referida NBR . A estes coeficientes de materiais, mão-de-obra, despesas administrativas e equipamentos aplica-se preços médios ou medianos, sendo que os salários das categorias de mão-de-obra pesquisadas incluem encargos previdenciários e trabalhistas e, em alguns casos, também os benefícios sociais. Diz-se que o CUB é um parâmetro para o m² de construção porque alguns custos relevantes nas obras de edificações não entram na sua composição: fundações, submuramentos, paredes-diafragma, tirantes, rebaixamento de lençol freático; elevador(es); equipamentos e instalações, tais como: fogões, aquecedores, bombas de recalque, incineração, ar-condicionado, calefação, ventilação e exaustão, outros; playground (quando não classificado como área construída); obras e serviços complementares; urbanização, recreação (piscinas, campos de esporte), ajardinamento, instalação e regulamentação do condomínio; e outros serviços (que devem ser discriminados no Anexo A - quadro III); impostos, taxas e emolumentos cartoriais, projetos: projetos arquitetônicos, projeto estrutural, projeto de instalação, projetos especiais; remuneração do construtor; remuneração do incorporador.

Déficit Habitacional
Déficit Habitacional deve ser entendido como a necessidade de construção de novas moradias para a resolução de problemas sociais detectados em um certo momento e específicos de habitação, ou seja, representa as deficiências propriamente habitacionais do estoque de moradias, de modo que sua quantificação global resulta da agregação dos domicílios rústicos e improvisados (habitações precárias) com a coabitação familiar.

FBCF
A Formação Bruta de Capital Fixo corresponde ao acréscimo de capital fixo (bens duráveis incorporados pelas unidades produtoras sediadas no país) realizado em cada ano, visando ao aumento da capacidade produtiva do país. É o valor dos bens e serviços incorporados ao capital fixo, objetivando aumentar a sua vida útil, seu rendimento ou a sua capacidade de produção. A FBCF é subdividida segundo o tipo de investimento: construção, máquinas e equipamentos, outros e a variação de estoques.

FBCFcc
A Formação Bruta de Capital Fixo em Construção inclui as construções residenciais - construções novas, completas ou incompletas, que se destinam integral ou principalmente a servirem como residências e as construções não residenciais - construções novas e estruturas completas ou incompletas que são integral ou principalmente destinadas para uso comercial ou industrial, tais como fábricas, armazéns, edifícios de escritórios, lojas, restaurantes, hotéis, garagens, escolas, hospitais, silos, etc.

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