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PIB 2015

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03/03/2016

PIB da Construção Civil registrou, em 2015, a maior queda dos últimos 12 anos.
Diante de um cenário marcado por deterioração fiscal, incertezas políticas, baixo patamar de confiança, queda na produção, recessão econômica, desemprego elevado e crescente e inflação superior ao teto da meta (estagflação), a Construção Civil, de acordo com os dados divulgados hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou queda de 7,6% em seu Produto Interno Bruto (PIB). É a segunda queda consecutiva na produção da Construção Civil no Brasil e mais expressiva desde 2003 (-8,9%). Em 2014 o setor já havia registrado redução de 0,9% em suas atividades. Assim, no biênio 2014-2015 o segmento, essencial para o desenvolvimento do País, registrou queda de inacreditáveis 8,43%.
Em 2015 a economia brasileira, de acordo com o IBGE, apresentou redução de 3,8% em seu PIB, a maior registrada na nova série histórica do indicador, iniciada em 1996. Considerando a série anterior o resultado do ano passado foi o pior dos últimos 25 anos. Somente em 1990 observou-se queda mais acentuada: -4,3%. Deve-se lembrar de que naquele ano o País passou por um grande confisco do Governo Collor, com a justificativa de enfrentar uma inflação superior a 1.600% ao ano.
Os indicadores nacionais em 2015 são assustadores. O País perdeu mais de 1,5 milhão de vagas com carteira assinada, a inflação, que encerrou o ano em 10,67% foi a maior desde 2002 (12,53%) e os juros (14,25% ao ano) atingiram o maior patamar de quase 10 anos. Isso sem falar na deterioração das contas públicas.
Os investimentos, essenciais ao desenvolvimento de qualquer economia, especialmente as emergentes, caíram 14,1% em 2015, demonstrando a fragilidade do País e a sua séria crise econômica. Com esse resultado a taxa de investimento encerrou o ano passado em 18,2%, abaixo do ano 2014, que foi 20,2%. Alguns estudos indicam que para o Brasil crescer de forma sustentada seria necessário uma taxa de investimentos de cerca de 25% do PIB.
A recessão deve continuar. A pesquisa Focus, realizada pelo Banco Central, estima queda de 3,45% do PIB em 2016 e a inflação ainda superior ao teto da meta (7,57%). Assim, ainda não se vislumbra no curto prazo reversão do cenário desalentador que tomou conta do País.
Deve-se destacar que a retomada da economia precisa contar com o retorno da confiança dos empresários e de consumidores. Somente dessa forma será possível uma retomada dos investimentos. Entretanto, para que isso aconteça é preciso de estabilidade macroeconômica. É preciso uma sinalização efetiva de que a economia voltará ao seu rumo com inflação controlada e contas públicas equilibradas. Sem o retorno da confiança, o País não assistirá o seu desenvolvimento.
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CUB Médio Brasil - Janeiro/2016

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22/02/2016

Em Janeiro/16, o custo médio da construção no País (CUB Brasil), calculado e divulgado pelo Banco de Dados da CBIC, aumentou 0,53%. Neste mês, a Região Sul e a Região Nordeste registraram as maiores altas, sendo 0,94% e 0,74% respectivamente. As demais regiões (Centro-Oeste, Sudeste e Norte) apresentaram variações abaixo da média Brasil. Na Região Centro-Oeste, o Custo Médio variou 0,44%, na Região Sudeste 0,36% e na Região Norte 0,04%. Já o CUB desonerado médio cresceu 0,52% no período.  (Leia mais)


CUB Médio Brasil - Novembro/2015

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24/12/2015

O Custo Médio Brasil e Regiões referente ao mês de Novembro/15, já está disponível para consulta.  (Leia mais)


Pesquisa Mensal de Emprego (IBGE) - Novembro/15

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23/12/2015

Em novembro/15, a taxa de desemprego na Construção Civil, de acordo com a Pesquisa Mensal de Emprego (PME) realizada pelo IBGE nas regiões metropolitanas de Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre foi de 4,6%.  (Leia mais)


PIB Trimestral - 3º trimestre de 2015

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23/12/2015

De acordo com o IBGE, o Produto Interno Bruto (PIB) do País apresentou uma variação negativa de 1,7% no terceiro trimestre de 2015, na comparação com o segundo trimestre, na série com ajuste sazonal. Nesta mesma base de comparação, a Construção Civil alcançou uma queda de 0,5%. No acumulado dos últimos quatro trimestres em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores, o PIB Brasil retraiu 2,5%, enquanto a Construção registrou queda de 6,9%. Os dados completos do PIB podem ser acessados no site do IBGE (www.ibge.gov.br).  (Leia mais)


CUB Médio Brasil - Junho/2015

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30/07/2015

Em junho/15, o custo médio da construção no País (CUB Brasil), calculado e divulgado pelo Banco de Dados da CBIC, aumentou 0,63%. Neste mês, as Regiões Sudeste e Sul registraram as maiores altas, sendo 0,88%, e 0,74%, respectivamente. As demais regiões (Nordeste, Centro-Oeste e Norte) apresentaram variações abaixo da média Brasil. Na Região Nordeste o Custo Médio variou 0,37%, na Região Centro-Oeste 0,30% e na Região Norte 0,11%. Já o CUB desonerado médio cresceu 0,61% no período.  (Leia mais)


Pesquisa Mensal de Emprego / IBGE - Maio/15

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30/06/2015

Em Maio/15, a taxa de desemprego na Construção Civil, de acordo com a Pesquisa Mensal de Emprego (PME) realizada pelo IBGE nas regiões metropolitanas de Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre foi de 4,6%.  (Leia mais)


CUB Brasil - Agosto de 2014

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17/10/2014

Em agosto/14 o Custo médio da Construção no País (CUB Brasil), calculado e divulgado pela CBIC, aumentou 0,26%. Neste mês, as Regiões Sudeste e Centro Oeste registraram as maiores altas, sendo 0,38% e 0,27%, respectivamente. As demais regiões apresentaram variações abaixo da média Brasil. Na Região Sul, o referido indicador variou 0,23%, na Região Norte 0,10% e na Região Nordeste 0,08%. Já o Custo Médio Desonerado (CUB Brasil Desonerado) cresceu 0,24% no período.  (Leia mais)


CAGED Setembro/14

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17/10/2014

No mês de setembro/14 foram geradas 123.785 novas vagas de trabalho formais em todos os setores de atividade econômica no País, conforme o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). A Construção Civil apresentou um saldo positivo de 8.437 empregos, sendo que o destaque no mês foi da Região Nordeste e Sul que registraram respectivamente, 5.788 e 1.769 novas vagas geradas.  (Leia mais)


CAGED Agosto/14

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15/09/2014

No mês de agosto/14 foram geradas 101.425 novas vagas de trabalho formais em todos os setores de atividade econômica no País, conforme o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). A Construção Civil apresentou um saldo positivo de 2.239 empregos, sendo que o destaque no mês foi da Região Nordeste que registrou a maior geração de novas vagas no setor: 4.699.  (Leia mais)



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